quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dia dos Namorados



E Dia dos Namorados pra cá, juras de amor eternas para lá. Nem vou entrar no mérito de falar que essa foi uma data comercial para um mês fraco – afinal, o Valentine’s Day é comemorado ao redor do mundo em fevereiro – para não me chamarem de amargo.

E aproveito para fazer uma reflexão sobre os meus [in] sucessos amorosos. Já fui muito diferente do que sou agora. Ouço dizer que sou frio, amigos comentam sou B.E.A.C.H, mas já derramei muitas lágrimas por amor. Já fui paranóico, já fui carente, já deixei de viver a minha vida, até me anulei. Já fiz coisas românticas, tipo um quarto cheio de pétalas de rosa e luz de velas, já fiquei debaixo do prédio falando: “to vendo a luz acesa, você tá mentindo”. 

[Até me questiono se essas coisas eu não fiz para dizer que fiz do que propriamente vontade. Porque nos relacionamentos seguintes, a vontade de fazer um “show da Madonna” foi ficando mais fraca]

O fato é que sou solteiro – e não estou solteiro. É ser e não estar. O que isso significa? Que eu vivo na poutaria? Que pego geral e não to aí pra nada? Não! Simplesmente que me amo acima de tudo. Egoísmo? E qual o problema de ser egoísta e se gostar, se cuidar e não se agredir?

Não faço as coisas por convenção. Se você está namorando, precisa mandar bom dia e boa noite todos os dias? Precisa ligar na hora do almoço? Sexo sempre que dá? Não, só faço e falo o que eu sinto e o que tenho vontade. E onde fica a história do cada um tem que ceder um pouquinho? Então, não fica.  

PS: pra vcs verem como minha vida tá revirada... escrevi pro Dia dos Namorados e to postando só hoje. Sorry! 

Um comentário:

FOXX disse...

explica essa estória de "eu tow vendo a luz acesa, vc tá mentindo" =O