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terça-feira, 18 de março de 2008

babei, ovulei, molhei...

Post não recomendado para menores de 18 anos. Se você for menor, clique aqui.
Este blog não se responsabiliza se você ler o post abaixo.
Enquanto o insosso do paparazzo.com publica umas fotinhas sem graça, um outro site de ensaios sensuais de um grande portal me surpreende cada vez mais.

Eu fiquei babando com o ensaio do Otávio:



Gostou? Eu améi. Gosto de homens com cara de macho-safado-estuprador. Só achei que faltou um pouco de pêlos, mas isso é um mero detalhe.

Essas foram as fotos abertas, ou seja, as mais leves.



Imagine, então, como seriam as fechadas?






Pensou?






Usou a imaginação?






Sim, é melhor do que você pensou.






Melhor?






É. Beeem melhor.






Quer que eu prove? Então, toma!



Não deu pra ver direito?

Quer mais de perto?

domingo, 16 de março de 2008

um espanhol no meu caminho - parte 3

Para compensar a demora em contar toda a história, trago a vcs um presentinho, ok? *no final deste post.

Luógico que escolhi conhecer a praia. Oras, não tinha viajado 3 horas de avião e chacoalhado em ônibus pra ir atrás de homem. E nem sabia se o cara era viado ou não!

E quem em sã consciência vai olhar praquela praia leenda, virar e dormir?

Peguei meu boné e minha câmera fotográfica e fui arrasar na praia!

O outro espanhol que parecia xavecar a minha amiga era super pra cima, divertido e bonito até. Depois de uma hora de ida e mais uma hora de volta, voltamos. Ele continuava dormindo.

Acordamos ele...e ficamos conversando hoooooras. Ele tirou a camiseta. Gentis, que peito era aquele? E eu achando que era magrelo.... falso magro. E redescobri desejo e vontade de ficar com outra pessoa, coisa que não tinha há tempos. Tá difícil o mercado de gente bonita E interessante aqui em sampa, viu?

Pois é, mas na praia não rolou nada. Na volta, comentaram que tinham ouvido que teria um forró na cidade em que estavam. Eu e minha améga ficamos com fogo na piriquita animados com a idéia, já que estávamos no Nordeste, tínhamos que dançar forró!

Cada um voltou pra sua cidade, mas combinamos de ir aonde eles estavam. Ao chegarmos, nos aprontamos logo, pagamos meia diária no hostel, engolimos a janta e fomos pegar o busão pra encontrar os espanhóis. Depois de andar por ruas que eram BREU TOTAL (em Sampa, não iria... mas os locais garantiram a segurança).

Encontrei J. comendo macarrão, quando entrei na pousada. E. também estava por lá. Ficamos em um chalé na mesma pousada que eles. Meuuuuu.,... uma casa de dois andares só pra gente! Que sonho! E poderiam rolar festeenhas... regadas a álcool, desibinição, luxúria e glamour (ok, essa parte do glamour seria por MINHA conta).

Nos aprontamos e nosjogamos no forró. Os locais eram uó. Só dançavam entre eles. Minha améga morta de vontade de pegar um cabra macho pra fazer a pista com ela...e nada. E eu tb esperava uma local, porque de forró só sei o básico (mas queria aprender a fazer aquelas piruetas todas).

E na hora, me deu uma vontade de falar com o Espartacus! Mandei até uma mensagem pra ele perguntando se ele sabia dançar forró. Porque na minha próxima ida ao Nordeste, ia pedir pra ele me encoxar gostoso ensinar a dançar forró com todas as acrobacias possíveis e imagináveis.

Não rolou nada essa noite, mas a noite seguinte, essa prometia.

E adivinhem, vai ter o "(continua...)"?? Nãaaaaao!

Chega, né? Já tem gente reclamando.

A noite seguinte começou bem: os espanhóis no nosso chalé, uma garrafa de smirnoff maracujá, e um baralho espanhol. Queria embebedar o J., com quem já tinha conversado de tudo um pouco e tinha o achado beeeeem interessante e inteligente. Europeu é outra coisa, néam?

Mas o filho-da-putinha não bebeu uma gota. Disse que não estava a fim. Pooooorra! Como assim????? Eu já tava trilili. Não bebo... então, já viu. Um copo já foi o suficiente. E eles estava explicando as regras do tal baralho e foi me dando um sono... Resolvi dormir na rede e ia acordar em 10 minutos. Até programei o meu despertador. Que não tocou.

Acordei e não vi ninguém! Tinha passado 20 minutos.

Fui até o chalé dos meninos e vi só o J.... Bati na porta e ele disse para entrar.

Ele disse que minha améga e o E. foram pra balada. E começamos a conversar. Eu ainda estava bêbado e tontinho. Fáaaacil-fácil. E ele nada.

Pensei em ser mais ousado, mas não consegui. Fiquei com medinho. Apesar de ser a última noite juntos, ainda nos veríamos pela manhã. E não queria ficar em uma situação chata... dei mole, mas nada. Resolvi voltar pro meu chalé e dormir.

Ele não insistiu pra eu ficar. Nem nada.

Fim!

E tá aqui uma foto da minha marquinha de sunga, antes que desbote mais. ô tempinho uó que faz nessa cidade!



sexta-feira, 14 de março de 2008

um espanhol no me caminho - parte 2

Ai gente, tá bom, tá bom!

Tudo-puta-e-viado mesmo, hein?

OK. Chegamos na Praia dos Amores (nome sugestivo, não?) e no caminho, nós 5 conversamos bastante. Cinco? Eu e ele, ele e eu, e o "brinquedinho" dele?

NÃAAAAO!

Eu, minha améga, o paulista de Mauá e os dois espanhoizinhos.

Não eram argentinos? Não... espanhóis de Madri, que estavam morando em Buenos Aires. Tinham 26 anos e estavam há quase um mês no Brasil e passaram 15 dias na Chapada Diamantina. Ambos eram muito interessantes, bonitos, inteligentes, estudados, cultos, viajados... e gostosos.

O E. e a minha améga tiveram um entrosamento fantástico. Eu tinha gostado mais do J. (o que fiquei desejando no busão). Ao chegarmos no Espelho, resolvemos andar pela praia. Sol, coqueiros, ventinho frio e um cenário alucinante convidavam para o passeio.

J. resolveu ficar dormindo.

q?

Eu tinha duas opções:
- Conhecer a praia e tomar sol para tirar a cor branco-palmito-escritório de paulistano.
- Ficar ali bolinando e xavecando o espanhol.

O que vocês acham que eu fiz?

(continua...)

sexta-feira, 7 de março de 2008

um espanhol no meu caminho

hahahhaha

Queridos, sou uma beesha de família e só tinha hétero nos quartos em que fiquei. Mas que eu dei uma beeeeeeela olhada, dei.

- Pra chegar lá, é uma hora de busão. Depois tem que fazer uma trilha de uns 4km.
- Não, a trilha é de uns 6km.
- O ônibus sai as 7h, 11h e às 16h.

Um monte de informações desencontradas e uma vontade de ir à praia.

Decidimos ir no das 7h, porque ao meio dia o sol estaria a pino e passaríamos mal na tal trilha que ng sabia quanto tempo iria durar.

Chegando no ponto, descobrimos que só tinha o das 7h e das 15h.

Chacoalhamos mais que peruca de drag em noite de show na Blue Space. Após uma hora e pouco, abri os olhos e vi um vilarejo simples e algumas pessoas entrando. Vi dois gatinhos... e prestando mais atenção, falavam espanhol.

E vcs sabem que eu tenho um tombo por argentinos, né?

O mais alto me chamou atenção. Era magro, não era narigudo, mas era bonito. Deveria ter uns 20 e poucos anos, pernas bonitas. O busão balançava e vi que eram firmes, pois não tremiam. Pezão, gente! Deveria ser uns 44 pra cima. Mão grande também. Dava vontade de fazer um cafuné naquele cabelo. Fiquei desejando o moço.

Tive até uma redescoberta, sabe? Eu tava tão frígido aqui em Sampa!

E eu ouvi ele pedindo pro cobrador avisar quando chegasse na mesma praia que iríamos!!!

E dá-lhe mais horas de viagem.

- Espelho!

Descemos eu, minha mapô, o paulista do hostel que foi com a gente e os dois gringos.

Ela sendo linda, loira e gostosa, viu uma picape Mitsubishi e na maior caruda perguntou onde o velho iria. Quando percebi, ela já estava subindo na caçamba. Acompanhei e chamei os dois gringos.

Descobri que eram espanhóis, mas moravam em Buenos Aires, tinham 26 anos, eram solteiros e estavam viajando há um mês pela Bahia.

O caminho pela picape foi curtíssimo e o generoso senhor mais sua esposa nos deixaram a 5 minutos da praia.

(continua...)

quinta-feira, 6 de março de 2008

acordados

E a vantagem de se hospedar em Hostels é que podemos ficar em quarto coletivo (geralmente separados por sexo, ou seja, garotos com garotos e garotas com garotas).

E falo garotos e garotas porque a idade média dos hóspedes é de 25 anos. Além de serem jovens e bonitos, são gringos! Espanhóis e argentinos são maioria, mas tem italianos, paulistanos e uns cariocas perdidos.

Bom, a outra vantagem é que os europeus ficam mais saidinhos por aqui. Talvez porque "não existe pecado abaixo da linha do Equador", já dizia um samba de 1992.

O que quero dizer com saidinhos? Andam pelados no quarto ao sair do banho e dormem de cueca ou pelados, só cobertos com um fino lençol.

E eu com isso?

Há... existe algo chamado ereção matinal.

ADOOOUUURO!!!!